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Agentes Penitenciários são os únicos que o Governo da Bahia não fez questão de convocar excedentes

Em Jequié, o número reduzido de Agentes ainda é crítico

O último concurso realizado em 2014 vence no mês de novembro: O Governo do Estado da Bahia está demonstrando que está querendo fazer a diferença na segurança pública da Bahia, e tem feito, criou um Centro Integrado de Comunicação, com 110 milhões em investimentos, equipou a PM, DPT, PRE,  e Polícia Civil com novas viaturas, convocou nesses últimos concursos um número de excedentes para melhorar o atual efetivo de cada instituição, criou companhias especializadas em alguns pontos da Bahia, inclusive em Jequié, atitudes nobres, mas, esqueceu-se dos presídios baianos, o lugar onde outros servidores públicos trabalham, e o pior, sem nenhuma estrutura, com viaturas sucateadas, fardamento insuficiente para os funcionários, super lotação e sobrecarga de trabalho em todos os setores penitenciários, administrativo e operacional.

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A unidade prisional de Jequié é uma das que mais sofre no estado, o efetivo é menor do que da inauguração em 1997, ou seja, a unidade prisional está super lotada e com um número reduzido e defasado do efetivo funcional de Agentes Penitenciários.

Se o presídio de Vitória da Conquista absorver a população carcerária que é daquela região, retirando cerca de 250 internos, o Conjunto Penal de Jequié ainda ficará com uma lotação superior duas vezes o de sua capacidade inaugural. Em números, significa dizer, que cada módulo de vivência, ficará sob guarda de 02 ou 03 agentes para 140 internos.

Os concursados não conseguem entender quais os motivos reais do Governo da Bahia, SEAP e SAEB de não darem a devida importância a essa categoria, que por sua vez, é responsável pela guarda, tutela e manutenção de uma série de atividades penitenciárias que poderiam ser ampliadas e melhoradas, contribuindo de forma concreta com o projeto de melhoria da segurança pública da Bahia, afinal, uma escolta penitenciária criada a partir dos Agentes em cada presídio, devolveria um número considerável de policiais militares para às ruas, em consonância, poderiam ampliar atividades de ressocialização em cada unidade.

Em contato com nossa redação, um grupo de concursados falou do cuidado que o Governo Rui Costa está demonstrando com outras categorias da segurança pública, apenas querem coerência na distribuição dos orçamentos para oferecer a SEAP, mínimas condições de convocar um número de Agentes capaz de melhorar as atividades prisionais em Jequié e em demais presídios baianos.

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