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Largo Vanádio de Maracás comemora 8 anos como referência global em qualidade e com o olhar para o futuro cada vez mais sustentável

A miscelânea
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Chegar aos 8 anos de operação como uma referência mundial de qualidade, única produtora de vanádio das américas e responsável por cerca de 7% da produção mundial do minério com alto valor agregado já seriam mais que ótimos motivos para comemorar. Mas a Largo Vanádio de Maracás ainda tem outras boas razões. Com um robusto plano de investimentos – de C$ 590 milhões (cerca de R$ 3 bilhões) – para a próxima década, a companhia foca no aumento da produção e em novos negócios, ao mesmo tempo em que pavimenta o caminho para atender a demanda crescente do mercado de energia por vanádio como base para a sua transição rumo a um futuro de baixo carbono.

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Para vencer os desafios, a Largo está endereçando boa parte dos esforços e investimentos para ampliar a produção de vanádio em Maracás de 12.500 toneladas/ano para 15.900 toneladas/ano até 2032 e já publicou recentemente estudo de viabilidade que confirmou que suas reservas minerais se estenderam para 20 anos, um aumento de 12 anos em comparação com relatório técnico 2017.

Em outra frente, a companhia está investindo C$ 365 milhões para implantar na Bahia a mais moderna e sustentável indústria de pigmento de titânio, um empreendimento que vai aproveitar a ilmenita resultante do beneficiamento do vanádio como matéria-prima e que usará os rejeitos do processo para produzir fertilizante, colocando a economia circular no centro do negócio. 

Circulando

Os novos projetos em fase de implantação em Maracás e no Polo Industrial de Camaçari, incorporam o conceito de economia circular, buscando reduzir ainda mais os impactos ambientais dos empreendimentos. Com a estratégia, as plantas de ilmenita e de pigmento de titânio vão colocar novos produtos no mercado sem aumentar a mineração e ainda vão reduzir a produção de rejeitos.

Com capacidade para produzir 145 mil toneladas por ano de ilmenita, a planta que fica localizada em Maracás, está em fase de construção e iniciará a produção no 1º trimestre de 2023. “O diferencial é que para produzir o minério, que será destinado como matéria-prima para a produção de pigmento de titânio da própria Largo, não haverá nenhum impacto adicional ou aumento de mineração, uma vez que a Ilmenita está presente na mineração do próprio vanádio”, detalha Paulo Misk.

 Nesse processamento não será gerado nenhum rejeito adicional, pelo contrário, reduzirá em 20% a produção de rejeito. O projeto vai gerar 270 postos de trabalho na fase de construção e 50 empregos diretos na operação. 

A planta para a produção de pigmento de titânio, também em fase de implantação no Polo Industrial de Camaçari, segue o mesmo conceito e o objetivo da Largo que é ter a operação sustentável

O projeto será implantado em três fases. Na primeira etapa, que vai até 2024, estão previsto US$ 122 milhões e produção de 30 mil toneladas de pigmento. Na segunda etapa serão gastos mais US$ 60 milhões e aumento de mais 30 mil toneladas e na terceira US$ 183 milhões, totalizando US$ 365 milhões e produção do volume total de 120 mil toneladas.

  Da matéria prima ao tratamento dos resíduos, a companhia foca na produção sustentável de pigmento. O processo tem como base a ilmenita, reutilizada dos resíduos do processamento de vanádio. Além de reduzir a produção de rejeitos de vanádio, a iniciativa otimizará a produção do mineral, aumentando a capacidade de produção da planta de Maracás. Na planta de pigmento, o processo de beneficiamento usará ácido sulfúrico e parte do resíduo será reciclado e a outra parte será destinado à produção de fertilizante, minimizando ao máximo os impactos ambientais e agregando mais valor ao negócio, além de contribuir para a produção agrícola do país. A operação da planta vai gerar 400 empregos diretos.

Sobre a Largo

A Largo tem uma longa e bem sucedida história como uma das empresas de vanádio preferidas do mundo através do fornecimento de seus produtos VPURE TM e VPURE+ TM, que são provenientes de um dos depósitos de vanádio de maior teor do mundo, na Mina Maracás Menchen, no Brasil. Após a aquisição da tecnologia de bateria de fluxo de vanádio em 2020, a Largo está trabalhando para integrar seus produtos de vanádio de classe mundial com sua tecnologia de bateria de vanádio VCHARGE para apoiar a transição do planeta para um futuro de baixo carbono. As baterias VCHARGE da Largo são exclusivamente capazes de garantir confiabilidade e estabilidade da rede à medida que os sistemas de eletricidade se afastam da geração de combustível fóssil. As baterias VCHARGE são econômicas devido a uma variedade de inovações, permitindo uma solução de longa duração eficiente, segura e alinhada ao ESG que é totalmente reciclável ao final de sua vida útil de mais de 25 anos. Informações e Fotos: Darana Relações Públicas

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